Aqui, tudo nasce de uma vontade. A vontade de escrever as coisas que vejo, leio e desejo.
Não sou escritora, nem tenho essa pretensão, o meu desejo é dizer coisas da vida neste diversificado mundo, que é o Virtual.
A vontade de escrever vem acompanhada do olhar. O
Mundo Virtual é tão dinâmico que faz jus ao ditado que diz: "uma imagem vale mais que mil palavras". Sou também uma fotografa de fins de semana que o advento da tecnologia popularizou.
Assim como muitas outras pessoas, vou compartilhar fotos que tiro ao acaso. São "clics" de coisas que olho por aí e acho interessantes.
Este espaço é assim, tempos, espaços e pessoas em constantes mudanças.
Sejam bem vindos ao meu mundo

30 de setembro de 2014

O tempo é senhor



Do alto dos meus sonhos, 


caí como uma pedra

Os fragmentos?

Mesclo entre o antes e o depois.





25 de setembro de 2014

Angústia


Escancarar o peito

Arrancar o aperto

Nó dado sem dó

Nem paixão

Sai de mim

Doce ilusão Que maltrata

E mata

A vida sem perdão

Nem oração.


23 de setembro de 2014

Desencontro

Olhos perdidos no ir e vir das pessoas, desencontros  de corpos,de almas.  
O entardecer do primeiro dia da primavera veio frio. 
As luzes da avenida viva, ofuscam os olhares,  focados no futuro.
Sentei-me num canto escuro. Não quero ver mais nada.




20 de setembro de 2014

"A Vida será mais bem vivida quanto menos sentido tiver". Albet Camus



Difícil é contornar esta "falta de sentido" e colocar a vida numa engrenagem que funcione de acordo com os nossos desejos.
Rousseau dizia que " o homem nasce livre e por toda parte encontra-se acorrentado". Verdade!
Eu admiro as pessoas que administram o livre arbítrio com naturalidade, das pessoas que vêem a vida com leveza, apesar dos tropeços e dificuldades.
Vamos viver em paz reconhecendo as diferenças e as especificidades da vida de cada um. Só isso. 




3 de agosto de 2014

Vida leva eu..


Não olho mais os segundos, os minutos, as horas.
Hoje, deixo-me levar pela vida afora.



8 de julho de 2014

Cicatriz

                       Alemanha 7 x 1 Brasil
Esse foi o placar da derrota histórica do Brasil na Copa do Mundo de Futebol. 
O povo brasileiro ficou estarrecido com o resultado. Muitas pessoas até esperavam uma derrota, já que a seleção não era "top de linha", mas perder de "lavada", como aconteceu, foi uma grande humilhação. 
O povo brasileiro fez seu papel; mostrou ao mundo seu patriotismo. Enfeitou prédios, ruas e cidades de verde e amarelo, recebeu os turistas estrangeiros com alegria e respeito, compareceu aos estádios para torcer; mas...
E agora?
Agora, os brasileiros fazem o balanço da Copa. Obras feitas às pressas, inacabadas, estádios faraônicos construídos em capitais que sequer têm time de futebol representativo, alta de preços no turismo e outros setores representativos do evento.
 Pior!? 
O que se previa aconteceu!
O Viaduto Guararapes, desabou no dia 3 de julho, matando duas pessoas. Tudo indica que  a pressa, na realização das obras, foi a responsável pelo desabamento. Acompanhado da fatalidade surgem agora rumores de que houve superfaturamento na construção da obra. 
Os opositores do governo, com certeza, vão se aproveitar de todos esses fatos para influir nas eleições de outubro.  
Talvez agora,  o povo retome também, a preocupação com a seca histórica que vem acontecendo no estado de São Paulo, mais especificamente na grande São Paulo, caso contrário, a maior cidade do Brasil vai entrar em colapso.
Voltando à Copa, a Alemanha mostrou que vale mais uma equipe bem preparada, que um destaque individual. O que adianta termos um dos melhores jogadores do mundo, se a equipe é despreparada? 
A seleção de Portugal evidenciou essa realidade.
Nas redes sociais as chacotas são as mais diversas possíveis. Humor negro! Mas muito engraçado. Fazem alusões à presidente Dilma que sustou o cheque de compra da Copa; à primeira ministra alemã, que pagou  a compra da Copa em euro; à Mick Jagger, famoso "pé frio", e tantas outras anedotas mais.
A vida continua e a maior lição desse episódio, é a de que o Brasil se prepare sim; não com obras faraônicas, mas com investimento nas pessoas e nos serviços básicos de atendimento à população. 
E assim, acaba a Copa de Futebol no Brasil.

1 de junho de 2014

Cinquenta e um poderia ser uma boa ideia, não fosse sinônimo de
"menos tempo de vida". Não por causa da referência que o 51 faz à famosa cachaça e o mal que a mesma faz a saúde, mas porque depois de meio século de vida, o tempo é curto e passa mais rápido. Uma coisa é certa, se tiver mais meio século de vida disponível, com certeza não serão tão proveitosos quanto os primeiros cinquenta que vivi. A saúde, a disposição física, não são mais as mesmas.